Será que é aqui?


Chegar em Bariloche, agora pela segunda vez, foi como chegar em casa. Ainda não tinha neve, mas as árvores de outono fizeram os últimos 30 quilômetros, dos mais de 1.500 da viagem, ainda mais bonitos. O dia também ajudou; fazia um sol lindo. As árvores, com folhas amarelas e vermelhas, e a água que evaporava dos lagos – resultado de um amanhecer lindo depois de uma noite fria – eram um aviso: os dias que eu passaria na cidade seriam indescritíveis. A paisagem dessa região é de deixar qualquer um sem fôlego. Montanhas e lagos formam uma combinação perfeita. O maior deles, o Nahuel Huapi, envolve a cidade toda e dá as boas-vindas a quem chega de ônibus, já que o terminal fica próximo a uma de suas margens. Mochilas nas costas, fomos, eu e Jochem – um holandês que conheci no ônibus e que seria minha companhia por três dias – ao hostel.

vista do cerro otto depois dos floquinhos de neve

vista do cerro otto depois dos floquinhos de neve

um dos sete lagos

um dos sete lagos

san martin de los andes

san martin de los andes

Já no segundo dia em Bariloche, vi floquinhos de neve caindo no Cerro Otto. No terceiro dia, eu, Jochem e Amit – um israelense (os israelenses aqui valem um post à parte) – alugamos um carro e fomos fazer o famoso caminho dos Sete Lagos, que nos levou à pequena e charmosa cidade de San Martin de Los Andes. Fizemos os cerca de 230 km que separam Bariloche de San Martin de carro parando em cada um dos Sete Lagos para admirar suas diferentes cores e vegetações. Lugares que a gente pensa que existem somente em sonho. É de perder o fôlego. Dormimos na cidadezinha rodeada pelas montanhas e voltamos no dia seguinte, por uma estrada tão linda quanto a dos Sete Lagos.

Meus dias em Bariloche ainda reservariam uma subida ao Cerro Campanário – onde se pode ter uma vista de 360 graus da região –, uma caminhada de 7 quilômetros pela Colônia Suiza, um trekking de 10 quilômetros no Cerro Cadetral – a estação de esqui –, e um passeio de moto num dia gelado até o hotel Llao Llao, o mais requintado de Bariloche, que me valeu um almocinho de 50 pesos. Um dia volto.

cerro campanario

cerro campanario

olha a caminhada básica

olha a caminhada básica

trekking no cerro cadetral, ainda sem neve

trekking no cerro cadetral, ainda sem neve

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