Peru. Primeira parada: ilhas flutuantes


Foram 18 dias na Bolívia, uma país com belezas naturais incríveis, mas muito confuso. Eu cansei um pouco. Gente mal educada, ruas imundas, buzinas. Mas valeu cada lugar que visitamos, principalmente o tour pelo salar, Sucre e a Isla del Sol.

Um barquinho, uma lancha e um ônibus depois, estávamos no Peru. Em Puno, que fica em uma das margens do lago Titicaca. Lá, passaríamos somente algumas horas para conhecer as famosas ilhas flutuantes, onde vivem os índios Uros, que são construídas com uma espécie de palha chamada totora. Num passeio bem turístico, fomos ao conjunto de ilhas para ver como esse povo vive por lá. É incrível. Tudo feito de totora: chão, casas, cama. As ilhas ficam flutuando no lago. Para manter tudo em ordem, os índios colocam novas camadas da planta no chão a cada semana.

a ilha

a ilha

a cama

a cama

O povo que vive lá está super acostumado a receber turistas. Cantam, dançam, mostram suas casas e vendem artesanato. Tudo com um sorriso no rosto e uma simpatia sem igual. Conhecemos a casa de Luis e Maria, dois jovens que se casaram há pouco tempo e têm um filhinho de seis meses. Vivem em uma das cabanas de uma das muitas ilhas. Além deles, moram mais oito famílias nessa ilha. A cabana é pequena e simples. De móvel, apenas uma cama feita de totora, muito confortável por sinal. Luis nos contou que os Uros vivem basicamente da pesca e do artesanato. O turista que quiser, pode passar uma noite por lá para conhecer um pouco mais da cultura e dos costumes do povo. Nós voltamos para a terra firme e pegamos um ônibus direto para Cusco.

a garotinha

a garotinha

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2 Comentários

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2 Respostas para “Peru. Primeira parada: ilhas flutuantes

  1. Olga Chaim

    Oi, Re, vim aqui ver onde vc está agora, lindas fotos como sempre… Peru, será meu próximo destino tb, tô de olho nas suas dicas! 😉 Beijãozão

  2. Kochi

    É minhas filhas… aproveitem bem e agradeçam todos os dias ao bondoso Deus por conceder-lhes a juventude necessária para empreender longas e desafiantes caminhadas. Cada post que eu leio sobre bicicletadas ou longas andanças, sinto meu joelho ir para o espaço só de imaginar fazendo a mesma coisa. Se cuidem.

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