A caminho de Belize


Na Guatemala conheci de fato a gente e os costumes indígenas que até hoje são muito fortes. A próxima parada seria San Ignacio, em Belize, país que não estava nos meus planos iniciais. E lá fui eu para mais uma maratona van-fronteira-ônibus. De Santa Elena, segui em uma van (25 quetzales) para a fronteira (são mais ou menos três horas, depende de quantas vezes o veículo para para baixar e subir gente).

– “Boa tarde, seu passaporte, por favor”. Entreguei o verdinho. A oficial olhou; olhou mais uma vez; virou as páginas.

– “Por que você ainda está no país?”, me perguntou.

– “Porque estou passeando”, disse.

– “Mas você está aqui faz duas semanas e, segundo seu passaporte, você poderia ficar apenas 48 horas. O oficial de entrada te deu apenas esse período”.

– “O que, como assim???”.

– “É o que está aqui”. Carimbou a saída e não disse mais nada. Aliás, disse sim. Eu perguntei se poderia trocar os passaportes em Belize. Resposta negativa.

Cruzei a fronteira.

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