Como os Maias


Já pensou subir tão alto e poder enxergar as copas das árvores até perdê-las de vista? Os Maias já faziam isso há alguns séculos antes de Cristo. Do alto de templos que chegam a 70 metros de altura, organizavam seus rituais sagrados e observavam a exuberante mata do norte da Guatemala.

imensidão verde e Maia

Foi nessa época que um dos principais centros do império Maia, Tikal, começou a ser construído. Subir em alguns dos templos, poder ver um pouquinho com olhos Mais e experimentar caminhar em meio à natureza ainda bem conservada do local foi uma experiência sem igual. Minha vontade era ficar andando e andando dias e dias por lá. Esquecer da vida e ir descobrindo aos poucos aquela imensa cidade de pedra. E olha que nem 30% foi “descoberto”. A viagem no tempo por uma cultura que eu conhecia muito pouco foi ainda mais legal na companhia dos especiais amigos da República Tcheca Jana e Honza e da divertida Anette, uma finlandesa. Adorei!

templo na praça principal. neste dia, 21 de dezembro, acontece o solstício de inverno. houve uma celebração lá (como se pode ver na foto), mas eu achei extremamente "forçada"

Jana, Anette e Honza. Parceiros especiais

Mais:

– Segundo historiadores, os primeiros templos de Tikal datam do século IV AC. Mas o auge do lugar foi mesmo entre os anos 200 e 900 DC.

– Flores e Santa Elena são as cidades mais próximas das ruínas. A primeira é maior e mais “guatemalteca”, digamos assim. Terminal de ônibus movimentado, mercado na rua – onde se pode comprar de tudo um pouco -, gente, gente, gente e mais gente por todas as partes. E os simpáticos tuc-tucs (moto-táxis adaptados com toldinho e bancos maiores que levam até dois passageiros. Ta bom, vai, se apertar cabem três e algumas sacolas…). Flores é uma ilha conectada a Santa Elena por uma ponte e cercada pelo lago Petén Itzá. A tranquila e baratíssima hospedagem Doña Goya (30 quetzales a diária em dormitório) e o badalado e lindo hostel Los Amigos (com um bom restaurante) são duas boas pedidas de hospedagem. Outro lugar para ficar é a vilazinha de El Remate, entre Flores e Tikal.

– A entrada para as ruínas de Tikal vale 150 quetzales para estrangeiros e 25 para locais. Um pouco desigual, não? Mas vale a pena de qualquer forma. A condução custa em torno de 60 (todos os hosteis fazem reservas) e o preço dos guias varia muito. É interessante contratar um, para saber um pouco mais da história do povo Maia.

– 1 dólar = 8 quetzales.

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