Do outro lado da fronteira


Um passo mais a oeste e a impressão que tive era de que um novo mundo se abria. O verde das árvores, a cor dos rios, a paciência das pessoas. Parecia tudo muito diferente. E notei isso já na fronteira, quando troquei o espanhol de mais de oito meses pelo inglês. Belize foi uma colônia britânica até 1981 e o inglês é o idioma oficial (apesar de grande parte da população também falar o espanhol).

Vi também a diferença na arquitetura quando cheguei a San Ignacio, uma simpática cidade famosa pelas ruínas Maias e muitas cavernas. O estilo espanhol deu lugar a amplas casas de madeira, em sua maioria sustentadas por altos pilares. Sem dúvida muito diferente do que eu já tinha visto por toda a América Central. Acabei passando somente uma noite em San Ignacio. Já era quase Natal e eu queria ir logo para a praia. Dia 23 cedinho peguei um ônibus com destino a Belize City.

(não tenho fotos…)

Mais:

– O idioma oficial é o inglês, muita gente fala o espanhol, mas a língua mais comum mesmo é o Criolé – uma mistura de inglês e línguas africanas. É quase impossível entender.

– A maioria da população de Belize é afro-americana (cerca de 44%). A região de San Ignacio há também muitos descendentes do povo Maia, já que o país também fez parte do território Maia.

– Belize City é a maior cidade do país, mas a capital é Belmopan (uma espécie de Brasília belizenha).

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