Go slow, man


O dia estava lindo e a água de um turquesa sem igual quando o táxi aquático atracou no píer da pequena ilha de Caye Calker, 45 minutos de Belize City. Um paraíso: ruas de areia, coqueiros por todos os lados e um hostel na beirinha do mar. O que mais eu poderia querer depois de descobrir que eu não conseguiria mesmo ir para o México?

símbolo de caye calker

Caye Calker fica praticamente em cima da segunda maior barreira de corais do mundo, no mar do Caribe. Ali não existem carros, os pés e as bicicletas são os melhores meios de locomoção. Percorrer a ilha inteira não leva mais que uma hora, afinal ela tem cerca de 8 quilômetros de comprimento por 1,6 de largura.

do hostel

Já ouviu a frase “Go Slow”? Certamente ela foi inventada pelo povo de Caye Calker. Nada de pressa, nada de estresse, nada de confusão. É só pegar canga, biquíni e protetor solar, caminhar até o final da ilha e se jogar no “the split”, lugar onde turistas e locais pegam uma prainha.

os carrinhos de golfe são outro meio de transporte na ilha

Mais:

– Belize é um paraíso, mas é caro. Um dólar americano vale dois belizenhos. Comida e hospedagem são super inflacionados.

– Mergulho e snorkeling são dois grandes atrativos de Caye Calker. Turistas de várias partes do mundo vão até lá para fazer cursos de mergulho na segunda maior barreira de corais do mundo e submergir no “Blue Hole”.

– Caye Calker não tem uma praia propriamente dita. Onde há areia, há muitos piers e barcos. O melhor lugar para um banho de sol e de mar é, então, o final da ilha, conhecido como “the slipt”. Explico. O furação Hattie, que passou pela região em 1961, dividiu a ilha em dois, daí o nome. Muito tempo depois, um bar for construído e hoje todo mundo fica por ali.

– Aproveite para comer lagosta. Não chega a ser barato (como nada é em Belize), mas é uma delícia! A pesca de lagosta, além do turismo, é uma das atividades que movimenta a ilha. Vale a pena tentar o Rose’s, que fica numa rua perpendicular à avenida principal.

No Rose's você escolhe a sua lagosta ou peixe na hora, já na frente do restaurante, e eles grelham para você. A demora é grande, seguindo a tradição do "Go Slow", mas a comida é muito boa

– Um hostel legal é o Tina’s. Não é dos mais limpinhos e nem dos mais seguros (quando estive por lá, houve alguns roubos de objetos e dinheiro de mochileiros), mas é muito, muito legal.

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