Quase o final


De Juayua segui para o litoral. A viagem durou cerca de quatro horas e parte do trajeto foi margeando a costa. A estrada sobe e desce e tem horas que é possível ver o mar de cima de um morro. O ônibus me largou na estrada, na entrada de El Tunco, uma das praias mais famosas pelo surfe em El Salvador. Logo esbarrei em Justin e Alex, dois gringos que seriam minhas companhias nos dois últimos dias da minha longa viagem. Logo Nir, um israelense, se juntou a nós. Os dias foram tranqüilos. Muito sol e rum com coca. Mas demoraram a passar, já que eu estava bem ansiosa para chegar logo em casa.

surfe

pôr-do-sol multicolor

No dia 7 de janeiro, de manhazinha, peguei um ônibus para San Salvador. Nir me acompanhou. De lá, segui para o aeroporto, que fica a mais ou menos 50 quilômetros da capital, em outro ônibus. Meu voo fez escala na Cidade do Panamá e foi lá que comecei a sentir que me aproximava mais do Brasil. Brasileiros, muitos brasileiros. Típicos turistas que fazem a gente sentir um pouco de vergonha. Falo isso porque tinha um grupo de adultos fazendo a “rapa” no free shop ao invés de embarcar no voo para Belo Horizonte que iria sair em dez minutos. Enfim…O voo foi tranqüilo, tirando a parte que o piloto anunciou que teríamos que pousar em Campinas para abastecer. E então, no dia 8 de janeiro, pisei novamente em solo brasileiro. (sim, sim, eu demorei um pouquinho para postar aqui…).

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