Arquivo do mês: abril 2010

Comprinhas. Por que não?

A feira de roupas e acessórios de Eastern Market, que acontece todos os finais de semana, é uma delícia. Já tinha estado por lá no começo de março, mas com o Yuriy. Como fazer comprinhas com homem não dá, resolvi dar uma passada lá sozinha no último sábado (3 de abril). Já estava no final (ela começa às 8h e termina às 17h), mas eu consegui vasculhar algumas coisas. Achei uma barraquinha de acessórios vintage super legal, cheia de bolsas e cintos e acabei comprando duas bolsas por 28 dólares. Achei uns relógios com pulseiras de pano e cetim, muito legais. Acho que vai ser minha próxima aquisição…

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E chegou a primavera

O tempo aqui em DC tem estado lindo e eu tenho aproveitado as minhas horas de folga (entro no trabalho às 16, 16h30) para passear. A primavera chegou! Tem feito calor e as flores estão por todas as partes. Eu adoro andar aqui pelo bairro olhando as árvores floridas. Essa semana fui para outras regiões da cidade e constatei o que já andava vendo por Eastern Market: DC está lotada de turistas. Os metrôs, mesmo em horários que não são de pico, estão abarrotados (principalmente as linhas que eu mais pego – a azul e a laranja – porque elas também passam nos museus e no Capitol). Acho que é por causa do Cherry Blossom Festival que acontece todos os anos do final de março a meados de abril e tem vários eventos ao ar livre. É justamente para coincidir com a floração das cerejeiras. Eu fiz um mini curso de fotografia e saí para fotografar em volta do lago onde estão a maior parte das cerejeiras da cidade.

na rua de casa

as cerejeiras florescem somente uma vez por ano e duram cerca de seis dias

jefferson memorial

nem só de cerejeiras é feita a primavera

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Amo

Se tem um lugar nesse mundo que eu poderia ir e voltar sempre, sempre e sempre, esse lugar é New York. Amo! Já tinha estado duas vezes por lá (1999 e 2007) e Yuriy e eu fomos passar o final de semana do dia 27 de março na Big Apple. São quatro horas de viagem de ônibus saindo de DC. Pertinho, não? Os dois dias foram ótimos. Muito bate perna e comidas de vários cantos do mundo. Só não contávamos com o frio de rachar. Em DC a temperatura estava agradável e em NY, abaixo de zero. Um vento absurdo, mas que não impediu nossos passeios pelo Central Park, visita ao Metropolitan Museum, parada na Times Square, almoço em Little Brazil (sim, fomos comer feijoada. Eu matei a saudade e o Yuriy amou), baladinha em East Village, jantar no Brooklin (no bairro russo, porque eu também tinha que provar a comidinha russa, né?), brunch em Greenwich Village e por aí vai…

ficamos a dez quadras do empire state

Claro que em um final de semana não dá nem para sentir o gostinho de tudo o que a cidade oferece, mas só de estar ali no meio daquela imensidão de prédios, carros e gente (de todos os cantos do mundo), já foi mais do que legal. A próxima vez será para comprinhas…

dentro da public library

eles estão por toda a parte...

...

Mais:

– NY é cara. Procuramos por hotéis e hostels bem localizados (porque minha última experiência não tinha sido muito boa…) e encontramos um na 24th East com a Lexington Ave, a três quadras da Broawday. O hostel é o American Dream, comandado por um peruano de Cajamarca que adorou saber que eu já tinha estado no país dele. 105 dólares a diária para o casal (sim, sim, isso é New York…adeus América Latina onde um quarto para duas pessoas custava 15 a 20 dólares).

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Kebab, kebab

Arrumei um emprego. Na minha segunda semana em DC (meados de março), saí num dia feio e frio para procurar trabalho. Decidi começar pelos restaurantes daqui do bairro (Capitol Hill). Consegui uma vaga como garçonete no segundo lugar que entrei. É um restaurante turco, chamado Café 8. Donos turcos, chef turco, host turco e garçons turcos. Tive alguns problemas no começo. O gerente (que também é turco) não queria deixar eu trabalhar. Puro preconceito. Mas agora acho que foram com a minha cara e estou labutando para valer. O turno é das 16h às 22h (às vezes 22h30 ou 23h), de segunda a sexta-feira. Esse negócio de servir mesas no final de semana não é mais para mim. Digo isso porque em Naples eu costumava trabalhar aos finais de semana para ganhar uma graninha a mais. Mas agora eu tenho um namorado e quero passar mais tempo com ele. Por enquanto anda tudo bem lá no restaurante. Eu sou a que menos ganha, já que me dão as piores mesas (isso quando não as roubam, como aconteceu nesta última sexta-feira). Ainda assim, tem sido bom ganhar um dinheirinho para poder manter o padrão aqui nessa cidade linda, maravilhosa e cara, cheia de coisas para fazer e comprar (hehehe).

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Nos arredores de DC

O Yuriy morou em diversas cidades do estado de Maryland (explicando: DC fica parte em Maryland e parte em Virginia) e estava super ansioso para vir morar onde tudo acontece. Realmente, tem tudo por aqui. Mas o engraçado é que ele conhece mais as cidades da região então temos ido jantar e fazer compras em Maryland. Comida peruana e mercado coreano em Silver Spring, restaurante argentino em Rockville e por aí vai. Pode? É engraçado.

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Quer mobiliar a sua casa sem gastar um centavo?

Aqui nos Estados Unidos isso é possível. É bem comum andar pelas ruas e achar cadeira, mesa, televisão, estante e outros objetos nas calçadas. Esses dias o Yuriy chegou em casa do trabalho com duas cadeiras de madeira na mão, todo esbaforido. “Vem comigo que temos que pegar uma estante que está dando sopa na frente de uma casa aqui perto. Eu só consegui pegar as cadeiras. Vamos, vamos”. Pegamos o carro e rumamos para o endereço onde estava a mobília. A dona da casa fez uma limpa e colocou diversos móveis na calçada para quem quisesse pegar. Colocamos o móvel no porta-malas e agora temos uma estante-gaveteiro no quarto. Bem novinha! (afinal, quem não tem muita grana, tem que se virar…).

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Protestos

O que mais acontece por aqui são protestos. Também pudera, DC é praticamente a capital do mundo. Mas eles são sempre muito bem organizados. Volta e meia você vê um doido com um cartaz “Não ao casamento gay” andando pelo mall (o caminho entre o Capitol e o Washington Monument). O mais famoso é provavelmente um senhor que mora do lado de fora da Casa Branca, em uma barraca montada na praça e protesta contra as usinas termoelétricas. No domingo, 21 de março, aconteceu um protesto, super bem organizado, diga-se de passagem, dos imigrantes latinos pedindo mais direitos.

(as fotos são do Yuiry)

no metrô em direção à casa branca

mais direitos?

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